EXPOSIÇÃO-HOTEL TIVOLI-PORTO
Um grito que nos toca...
A aguarela é,por excelência,a linguagem que optou como sua e como forma de comunicação.
Rui Lecuoná consegue misturar o rigor e a espontaniedade e transpor para o papel,não só o que os olhos vêem,mas também o que lhe dita a imaginação,a criatividade.
As cidades,os monumentos e,neste caso particular,o Porto são os modelos que elegeu como seus,muito seus.
Por isso,viu-os,estudou-os,"bebeu-os" e,depois,calmamente no seu estúdio interpretou-os como muito bem entendeu.
Estas aguarelas respiram. Dialogam e, principalmente, provocam ao observador um sentimento inquieto e de reflexão.
Estamos perante um conjunto de obras que ultrapassa, de longe, o mero instrumento decorativo. Estas obras de Rui Lecuoná surgem como uma espécie de grito, de linguagem específica que nos toca, principalmente o coração. Com mestria, rigor e talento o pintor expressa o que lhe dita a alma. Saibamos nós, meros observadores, captar, e com intensidade, a força da sua menssagem.
Agostinho Santos
Jornalista/Pintor
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
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