quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009


EXPOSIÇÃO-ORDEM DOS MÉDICOS PORTO

Os volumes são bem comcebidos e surge, de exposição para exposição,em toda a sua plenitude, como gaivotas que revoluteiam pela atmosfera no âmago das ondas da beleza profunda...
Alguns dos seus quadros de cor vibrátil são a face duma rapariga linda, como a Primavera de Marcel Proust...

Manuel Bontempo





Rui Lecuoná na comarca de Caminha

Foi agora assim que o reencontrámos em Caminha, partindo de dentro para fora numa multividência que parece, paradoxalmente,monótona, mas puro engano cresce diante de todos como a onda junqueiriana....
A aguarela, portanto, tem um lugar de destaque em Portugal e Rui Lecuoná tem um lugar primeiro no meio de meiadúzia de mestres.
E foi isso mesmo que se notou em Caminha.

Manuel Bontempo








terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

EXPOSIÇÃO-ORDEM DOS MÉDICOS COIMBRA

um poema de amor
A pintura que podemos ver na Ordem dos Médicos é uma eclosão feérica de sedução anímica e beleza cativante, obra de um pintor que tem pintado a nossa paisagem, monumentos, gente urbana e rural, numa larga sinfonia de amor e de riqueza formal. Uma pintura de amor, uma canção quente de amor....

Coimbra tem mais um poema de amor, recriado por Lecuoná!

Manuel Bontempo









sábado, 24 de janeiro de 2009

EXPOSIÇÃO-VILA NOVA DE GAIA-TURISMO

UM RIO:DUAS MARGENS

O rio Douro sabe pintar.Sem necessidade de tintas ou pincéis.Basta contemplar as suas águas ou as suas margens.É uma pintura em continua mutação.Nem os reflexos são os mesmos,nem é a mesma a água que corre.Como qualquer pintor,em momentos de angústia,o rio torna-se barrento e destrói tudo à sua passagem.São poucos,no entanto,aqueles que conseguem ver através da neblina.São poucos,aqueles que conseguem mergulhar nas suas águas e captar o seu coração sinuoso.

Rui Lecuoná é um desses raros pintores.

Jorge Sousa Braga

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009



EXPOSIÇÃO-HOTEL TIVOLI-PORTO

Um grito que nos toca...

A aguarela é,por excelência,a linguagem que optou como sua e como forma de comunicação.
Rui Lecuoná consegue misturar o rigor e a espontaniedade e transpor para o papel,não só o que os olhos vêem,mas também o que lhe dita a imaginação,a criatividade.
As cidades,os monumentos e,neste caso particular,o Porto são os modelos que elegeu como seus,muito seus.
Por isso,viu-os,estudou-os,"bebeu-os" e,depois,calmamente no seu estúdio interpretou-os como muito bem entendeu.
Estas aguarelas respiram. Dialogam e, principalmente, provocam ao observador um sentimento inquieto e de reflexão.
Estamos perante um conjunto de obras que ultrapassa, de longe, o mero instrumento decorativo. Estas obras de Rui Lecuoná surgem como uma espécie de grito, de linguagem específica que nos toca, principalmente o coração. Com mestria, rigor e talento o pintor expressa o que lhe dita a alma. Saibamos nós, meros observadores, captar, e com intensidade, a força da sua menssagem.


Agostinho Santos
Jornalista/Pintor






RUI LECUONÁ
AGUARELAS

...É assim em Lisboa,Coimbra,Porto,por Espanha,por tudo que é sitio cívico e cultural e ombreia com Ortiz Alfau,um dos maiores aguarelistas da Europa e as temáticas são livres,castas,valorizando a aguarela como um breviário que se pretende colocado no altar.

Manuel Bontempo











EXPOSIÇÃO-ALGARVE
Convento de S.José-Lagoa

Rui Lecuoná é um credenciado aguarelista português, com uma grande projecção a nível internacional.A sua expressão plástica,cheia dos vivos,frescos e subtis coloridos que a arte da aguarela proporciona,evoca-nos na alma uma apaixonada,deslumbrante e mágica poesia.A mestria deste pintor dá-lhe a segurança para se soltar com liberdade e espontaneidade nas diversas e ricas temáticas que aborda.
O conjunto de trabalhos que Rui Lecuoná apresenta nesta exposição vão ficar,indiscutivelmente,como uma das referências obrigatórias ao nível da técnica de aguarela,entre todas as que já passaram pela galeria de arte do Convento de S.José.

Dr. José Inácio Marques Eduardo
Presidente da C.M.de Lagoa


EXPOSIÇÃO-G's COLLECTION

O PINTOR E A CIDADE
É uma cidade de sombras e manchas, de manchas e sombras.
Que cidade é esta? A cidade que o pintor habita ou a cidade que habita o pintor?
Seja qual for, é uma cidade que merece que os nossos olhos se percam na sua contemplação.

Jorge Sousa Braga